1º Festival de bandas Filarmónicas homenageou Joaquim Garra

Mais de duas décadas depois a Covilhã recebeu na última sexta-feira um festival de Bandas Filarmónicas. Uma iniciativa a que a Banda da Covilhã deu corpo, com o apoio da União de Freguesias da Covilhã e Canhoso que a desafiou à realização.

Num concelho com 8 filarmónicas, “esta é uma tradição que temos que retomar”, disse José Eduardo Cavaco, presidente da Banda da Covilhã. “As Bandas são os conservatórios do povo onde para além da música se aprende o companheirismo”, referiu o responsável pela organização.

No dia em que se comemorava a Implantação da República, 150 músicos das 4 bandas participantes tocaram em conjunto o Hino Nacional, na Praça do Município e a marcha “Maria Adelaide”, da autoria de Joaquim Garra, que foi o homenageado da tarde.

Com 85 anos, Joaquim Garra é músico, compositor e diretor da coletividade, a Banda da Covilhã considera-o “um exemplo para todos”

Joaquim Garra dedicou a homenagem “aos jovens das 4 bandas participantes neste encontro”, a quem aconselhou “dedicação e organização, para haver tempo para tudo”.

A festa da filarmonia foi enaltecida por Regina Gouveia, Vereadora da Cultura na CMC. Para a responsável “uma Filarmónica é um bom exemplo de organização humana e só posso ter orgulho nas 8 bandas que existem no concelho”.

Neste 1º Festival de Filarmónicas da Covilhã para além da banda anfitriã participaram a Banda de Aldeia Nova do Cabo, Erada e Crato.

Por: Gina Almeida