Uma cidade e um concelho para o futuro

Em dia de celebrar os 148 anos da elevação da Covilhã a cidade, Vítor Pereira, presidente da CMC, apresentou os alicerces do que considere serem as obras “para uma cidade e um concelho de futuro sustentado e sustentável, uma cidade mais amiga das pessoas, mais inovadora e mais acessível”, referiu no discurso na Sessão Solene da Assembleia Municipal.

No campo da mobilidade o autarca anunciou que vai avançar já no primeiro trimestre do ano com o concurso para a mobilidade integrada no concelho. “Um projeto único no país, mas simples”, explicou que “com um único cartão haverá acesso a todos os equipamentos de mobilidade, desde transportes públicos, passando por elevadores e funiculares, bicicletas elétricas e até mesmo estacionamento, bem como outros equipamentos de mobilidade suave”

Entre as obras para o futuro Vítor Pereira anunciou também “para os próximos meses obras de beneficiação nos Paços do Concelho, que passará a ter acesso a pessoas com mobilidade reduzida”.

O setor turístico continuará a ser uma das prioridades, segundo elencou no discurso, “a autarquia vai iniciar no próximo ano a construção de uma centena de percursos pedonais na Serra da Estrela e de uma rede de miradouros que começará com o Miradouro da Varanda dos Carquejais, garantindo desta forma que a Covilhã continuará a ser a principal porta de entrada da Serra.

Ainda sobre o setor afirmou que a aposta no turismo não é só da autarquia, realçando “os diversos projetos neste setor que estão a surgir por todo o concelho, que não estão dissociados do trabalho da autarquia na delimitação de áreas de regeneração urbana”.

No discurso na sessão solene Vítor Pereira garantiu ainda que as obras cujos concursos estão a decorrer irão avançar em 2019, caso da requalificação da escola Frei Heitor Pinto, a construção do Centro de Inovação Social e Centro de Inovação Empresarial

A área financeira também esteve presente do discurso do autarca, que realçou a diminuição da divida do município, uma estratégia que será para continuar, ao mesmo tempo que continuará com a politica de atrair empresas á semelhança do que fez no passado, o que permitiu que de 2013 a 2018 os números do IEFP tenham caído para metade.

Por: Gina Almeida