Obras no Pavilhão do Paul não resolveram a totalidade dos problemas

O Pavilhão Gimnodesportivo do Paul está inoperacional, denunciaram esta sexta-feira, na reunião privada da Câmara Municipal da Covilhã os vereadores da oposição. A autarquia lamenta que essa informação não tenha chegado ao presidente pelo diretor da escola. Vítor Pereira garante que, se houver problemas, serão resolvidos.

A questão foi feita ao executivo pelo vereador do CDS-PP, Adolfo Mesquita Nunes e por Paulo Rosa, do Movimento De Novo Covilhã. Segundo Mesquita Nunes são várias as queixas que tem recebido devido à falta de água quente, o que torna o pavilhão “inoperacional para uso da escola”, acrescentando do que “a existência de água quente é uma das condições básicas para o seu funcionamento”. 

Uma queixa de que também faz eco Paulo Rosa, vereador do Movimento “De Novo Covilhã” que esteve na reunião em substituição de Carlos Pinto. O vereador reforça que “as obras que o pavilhão sofreu foram insuficientes para que ficasse operacional”.

Vítor Pereira explicou no final da reunião aos jornalistas, que o pavilhão tinha “obras previstas no valor de 180 mil euros”, que tiveram que ser “reformuladas uma vez que, apenas conseguiu cofinanciamento para 90 mil”, “obras que estão concluídas”, avançou ainda o edil. Vítor Pereira, citando o diretor do departamento de obras e planeamento da autarquia, afirma que “não há problemas de operacionalidade”.

O autarca explica que “existem problemas pontuais e intermitentes de falta de água quente o que prejudica quem quer utilizar o espaço”. Lamenta ainda que esta informação não tenha chegado de forma “atempada” à autarquia, referindo que houve reuniões entre o diretor da escola e vereadores recentemente e “nada foi comunicado”, afirmando que “se problemas existirem serão resolvidos”.