A Juventude Socialista elegeu o seu novo Secretariado na primeira Comissão Política Federativa do atual mandato, ficando formalmente constituída a equipa responsável pela coordenação política e organizativa da Federação.
Os nomes foram propostos por João Cristóvão, presidente da Federação da JS, eleito no Congresso realizado a 20 de dezembro. No mesmo congresso foi eleita Daniela Morgadinho como presidente da Mesa da Comissão Política Federativa, integrando agora a Mesa também Leonor Mendes e Pedro Jóia como secretários.
O novo Secretariado é composto por dirigentes com diferentes áreas de responsabilidade, numa equipa que a JS define como plural, coesa e preparada para os desafios do atual tempo político. Entre os eleitos estão Alexandra Gil (Educação e Saídas Profissionais), Alexandra Marques (Qualidade de Vida), Carolina Crucho (Saúde e Defesa do SNS), Gonçalo Barreto (Economia, Emprego e Formação), Inês Mendonça (Inclusão e Liberdade), Joana Margarida (Tendência Sindical Jovem Socialista), João Rafael (Ambiente e Transição Energética), João Rodrigues (Ambiente e Ordenamento do Território), José Encarnação (Coesão Territorial), Manuel Toucinho e Rafael Silva (Cultura e Património), Mariana Madeira (Jovens Autarcas), Patrícia Algarvio (Redes Sociais) e Teresa Santos (Igualdade de Género e Tendência Rainbow Rose).
Foram ainda eleitos como Adjuntos do Secretariado André Baptista, Beatriz Duarte, Cláudio Santos, Marco Batista, Diogo Gil, Fernando Correia, Mafalda Afonso e Maria Rolo.
Em destaque está a Vice-Presidência, assumida por Maria Valente, presidente da Juventude Socialista da concelhia de Castelo Branco, e o Gabinete de Estudos, coordenado por Guilherme Crucho, presidente da JS da concelhia de Penamacor.
Na sequência da eleição, o presidente da Federação, João Cristóvão, sublinhou a ambição política da nova equipa, defendendo que a Juventude Socialista deve “ganhar capacidade real de proposta e de intervenção política”. O dirigente considerou que a JS deve ter uma presença mais ativa nos vários níveis de decisão, desde o debate interno no Partido Socialista até à intervenção junto do Governo e nas autarquias.
João Cristóvão afirmou ainda que a Juventude Socialista não deve recear assumir um papel exigente e interventivo, defendendo que deve ser “chata e incomodativa sempre que for necessário”, enquanto voz crítica e construtiva na defesa dos direitos e expectativas dos jovens.
Com esta nova equipa dirigente, a Juventude Socialista reafirma o seu compromisso com a participação democrática, a proximidade ao território e a construção de políticas públicas orientadas para os desafios das novas gerações.
