O Município da Covilhã vai apresentar uma candidatura para ser Capital Nacional da Juventude em 2026, num processo que visa promover e valorizar as políticas municipais centradas nos jovens, bem como o papel que estes têm na comunidade.
O anúncio da apresentação desta candidatura foi feito esta quinta-feira, pelo Presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, durante a reunião pública do executivo e na qual marcaram presença alguns alunos do 12.º ano, no âmbito da iniciativa “Um dia com o Presidente”.
Pretende-se com esta ação contribuir para que os jovens possam “compreender a importância que a democracia e os órgãos autárquicos têm naquilo que é a determinação do futuro”, explicou Hélio Fazendeiro.
Este é um objetivo que também está patente na candidatura que será submetida até ao dia 18 de janeiro, posicionando a Covilhã como um “Município amigo dos jovens”, refletindo a energia e o talento de uma Covilhã que se quer afirmar como referência nacional nas políticas de juventude.
“Mais importante do que o resultado, é todo o trabalho e todo o caminho que tem sido feito para construir e para colaborativamente envolver a juventude na construção, não só das prioridades e políticas, mas também nas decisões tomadas”, apontou.
A candidatura será feita por jovens e para jovens, num modelo participativo que já levou à constituição da Rede de Embaixadores, composta por um grupo de jovens que assume o compromisso de “Tecer no presente o fio do Futuro”.
Pretende-se que o trabalho agora desenvolvido perdure até ao final da década, sendo que esta rede já realizou a primeira sessão, que decorreu no dia 13 de janeiro.
A sessão permitiu apresentar os eixos estratégicos da candidatura: Saúde Mental, Literacia Ambiental, Inovação (Espaço C3D) e Mobilidade Europeia (Erasmus+), tendo contado com a presença da Vereadora com o pelouro da Educação e Juventude, Regina Gouveia, e da equipa da Divisão de Educação e Juventude.
Recorde-se que a «Capital Nacional de Juventude» é uma iniciativa promovida, anualmente, pelo IPDJ, em parceria com o Conselho Nacional de Juventude (CNJ), a Federação Nacional de Associações Juvenis (FNAJ), a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a ANAM, e visa reconhecer o trabalho dos municípios na promoção de políticas de juventude, incentivando a participação cívica, o associativismo juvenil e a educação não formal.
