A Câmara Municipal da Covilhã aprovou por unanimidade, na reunião pública de sexta-feira, um conjunto de protocolos com várias juntas de freguesia do concelho, num investimento total de 275.454,89 euros, destinado à requalificação de espaços públicos e à reparação de infraestruturas danificadas.
Os protocolos aprovados detalham-se da seguinte forma: Cantar-Galo: 19.134,09 euros para a requalificação do Centro Cívico; Casegas: 9.779,61 euros para obras na calçada da Rua do Rossio e travessas; Coutada: 8.506,99 euros para o largo da Rua do Calvário e a fonte do Largo de D. Infante ao Enrique; Peso: 7.500 euros para a escadaria entre a Travessa da Ladeira e o Largo 25 de Abril; São Jorge da Beira: 7.500 euros para o espaço público junto ao Cureto nas Minas da Panasqueira; Erada: 151.315 euros para construção e requalificação do ringue da freguesia; Unhais da Serra: 31.719,20 euros para reparação de infraestruturas afetadas pelos incêndios rurais de 2025 e Verdelhos: 40.000 euros para requalificação da zona de lazer de Beijamos, danificada por intempéries.
Em declarações durante a reunião do executivo, o presidente da Câmara, Hélio Fazendeiro, explicou que estes protocolos se enquadram nos protocolos que anunciou em dezembro, aquando da aprovação do orçamento municipal para 2026, em que disponibiliza 250 mil euros para as 25 freguesias, com diferentes montantes, consoante o número de habitantes. (noticia AQUI), sublinhando que o investimento visa melhorar a qualidade do espaço público em todas as freguesias do concelho, não apenas no centro urbano da cidade.
Cada junta de freguesia articula com a Câmara Municipal as suas prioridades de intervenção.
No caso das freguesias de Cantar-Galo, Casegas e Coutada, os protocolos incluem não só verbas para requalificação do espaço público, mas também valores remanescentes da delegação de competências de 2025, daí serem superiores aos 7.500 euros previstos.
Por outro lado, a Erada é um protocolo que transita já do passado por não ter sido executada a obra. Há ainda comparticipações para reparação de danos causados por intempéries e incêndios, detalhou o autarca.
Segundo Hélio Fazendeiro, esta estratégia garante que cada freguesia dispõe de recursos adequados para responder às necessidades do seu território, valorizando infraestruturas, espaços de lazer e promovendo a melhoria das condições de vida da população.
