Candidatos do Bloco ergueram as “bandeiras” para novo mandato

Na presença da líder do partido, os candidatos do Bloco de esquerda à Câmara Municipal da Covilhã, União de Freguesias de Covilhã e Canhoso e à Assembleia Municipal ergueram as “bandeiras” que consideram fundamentais para o desenvolvimento do Concelho.

As que se erguem mais alto são a transparência, a defesa do serviço público, como a re-municipalização da água, apoio inequívoco à terceira idade, abolição das portagens e suspensão imediata do Plano de Urbanização da grande Covilhã.

Nuno Pinto, candidato à Assembleia de Freguesia de Covilhã e Canhoso, afirmou que ter o Bloco na assembleia fará a diferença no desenvolvimento integrado que defendem para a freguesia, com foco nos idosos e nas crianças, mas também nas condições de vida de cada um, com uma aposta nos espaços verdes e nos animais.

A transparência é a maior bandeira do Bloco, e para o candidato a presidente da Assembleia Municipal da Covilhã, Nuno Cruz, essa é mesmo a prioridade. O Bloco deve combater o que considera “um divórcio entre a Assembleia Municipal e a Covilhã”, e que para isso “irá levar a Assembleia aos covilhanenses com a transmissão em direto das sessões”. A luta contra as portagens, “castradoras do desenvolvimento económico” porque “asfixiam as empresas” e são fator negativo quando, por exemplo, os jovens que estudaram na UBI pensam em fixar-se na região, é outra das propostas do Bloco que pretende ainda ter tolerância zero à precariedade. Nuno Cruz afirma que “é preciso que a autarquia tenha este assunto em consideração na altura em que as empresas mostrem vontade de se fixar no concelho”.

Já para João Corono, candidato pelo Bloco de Esquerda à Câmara Municipal da Covilhã, a “transparência e luta incondicional pelo interesse público” são os primeiros objetivos. O candidato afirma que é preciso que todas as deliberações da autarquia sejam “claras e transparentes e tornadas públicas”. João Corono afirma ainda que a questão da água é a prioridade para a agenda do próximo mandato e promete a “remunicipalização da ADC”, para acabar com os “negócios ruinosos do passado”. O crescimento sustentável da cidade é outra das propostas, para acabar com “2 Covilhãs”, uma nova na zona baixa e uma abandonada na zona alta da cidade, fruto da política dos últimos 25 anos. Para levar por diante esta proposta João Corono propõe a suspensão imediata do Plano de Urbanização da Grande Covilhã. O candidato à Câmara Municipal da Covilhã abordou ainda o tema da 3ª idade, que considera “abandonada e só”. Como medida para combater os problemas deste setor da sociedade, João Corono propõe “a criação de um lar Municipal”, uma vez que a maioria dos idosos do concelho “não tem capacidade financeira para suportar as despesas com lares privados”.

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