Rui Cardona preside a comissão de honra do Oriental S. Martinho

Rui Cardona preside à comissão de honra para as celebrações dos 65 anos do Oriental de São Martinho. Os órgãos sociais da coletividade decidiram convidar para integrar todos os antigos presidentes, sócios de mérito, sócio honorário e sócio número 1.

O aniversário acontece em novembro e cabe à comissão, que tomou posse na última sexta-feira, elaborar o programa comemorativo em conjunto com os órgãos socias do clube. A coletividade pretende com esta comissão “dar mais brilhantismo às celebrações”. Decidiu dar-lhe um “cunho solene” e promoveu uma tomada de posse formal para a apresentar à comunidade e aos sócios, referiu João Romano, presidente da Assembleia Geral do clube, na sessão. Para o responsável, “havia mais gente que poderia estar na comissão”, mas este foi o critério seguido pelo clube”, salientou, com a certeza que “todos estes orientalistas têm a sua história, na história do Oriental”.

A escolha de Rui Cardona para presidir a comissão “foi unanime”, disse Francisco Mota, presidente da Direção, considerando-o “uma figura incontornável do Oriental, que personaliza todos os princípios dos orientalistas”, referiu. Francisco Mota adiantou que o objetivo das comemorações é “pensar o presente do Oriental e projetar o futuro” e será com essa premissa que, em conjunto, irão elaborar o programa comemorativo.

Rui Cardona, no seu discurso de tomada de posse, avançou que “falar do Oriental e viver o Oriental” serão as linhas mestras a seguir, num programa que assentará nos grandes princípios que fazem a coletividade, “a amizade e a solidariedade”.

Duas máximas que guiarão as atividades a realizar ao longo de todo o ano. A estas, José Miguel Oliveira, vereador do Associativismo na autarquia, presente na tomada de posse, acrescentou ainda a fraternidade “como o valor máximo do associativismo no concelho”.

No final da cerimónia Francisco Mota garantiu que o programa ainda não está elaborado, “mas há ideias que já estão a ser trabalhadas”, nomeadamente um grande concerto de gala a realizar em novembro e a estreia de um novo musical, “Fios de Fado”, que ainda não tem data para estrear. O presidente avança ainda que é objetivo “pegar nas várias atividades do passado, como o coro infantil que este ano celebra 20 anos”, e juntar de novo esses elementos para saber o que “é feito deles passado tanto tempo”, desafiando-os para se juntarem no final do jantar dos 65 anos.