PSD Covilhã: “Contas do município são uma falácia e o pelouro das finanças deve ser só do presidente”

Para os Social-Democratas, “bastava que o executivo não tivesse feito nada nos últimos 5 anos para que a divida diminuísse 6 milhões de euros”, e pelas suas contas “o executivo socialista está a vender uma redução aos covilhanenses quando existiu um aumento da divida de 5 milhões”, razões para retirar o pelouro a José Miguel Oliveira, defendem que, “deve ser só do presidente da Câmara”. Consideram ainda grave que “as perguntas feitas pelos eleitos na Assembleia Municipal, sob a forma de requerimento, não obtenham resposta e esta chegue por intermédio da comunicação social”.

Tal como já tinham afirmado na Assembleia Municipal da Covilhã, “os resultados financeiros da Câmara da Covilhã, espelham um aumento da dívida e não uma redução, como o PS quer vender” afirmou Luís Santos, líder da concelhia laranja, em conferência de imprensa. Frisou uma vez mais que “fruto de acordos com instituições bancárias e credores previa-se a amortização de dívida entre 2014 e 2018, no montante global de 33,5 milhões de euros”, para o PSD significa que “o passivo exigível de 2018 deveria ser no máximo 31,6 milhões e não os 37,2 milhões euros apresentados”.

Luís Santos afirma que “bastava não ter feito nada para se poupar 6 milhões de euros”, questionando “como é possível aumentar a dívida e vender uma redução”.

Acusa ainda que “há falta de prestação de contas das empresas municipais desde 2016”, acrescentando que a conta de gerência da CMC é uma “falácia”, concluindo que “não há condições políticas para José Miguel Oliveira manter o pelouro das finanças municipais”.

Contactado pela Rádio Covilhã, José Miguel Oliveira não quis tecer qualquer comentário sobre esta matéria.