O Cineclube da Gardunha, neste mês de abril, vai celebrar a liberdade “nos seus amplos campos e significados”, entre eles “a liberdade de expressão, de escolha, alteridade, respeito e justiça”.
Com estes valores em mente, o Cineclube da Gardunha vai “recuperar três dos melhores filmes portugueses recentes”, todos a abordar “explícita ou indiretamente a liberdade”.
O pano cai a 15 de abril (terça-feira) com «BANZO», a última obra de Margarida Cardoso. De acordo com a sinopse, a história passa-se em 1907, numa ilha tropical africana, na qual Afonso, um jovem médico, tem a missão de “curar um grupo de serviçais «infetados» pelo Banzo, a nostalgia dos escravos”. No final da sessão, a realizadora vai conversar com Manuela Penafria e com os presentes.
A sessão de dia 22 (terça-feira) é dedicada a Ico Costa. A última longa-metragem do cineasta, intitulada «O Ouro e o Mundo», vai ser antecedida da curta «NYO VWETA NAFTA». De acordo com o Cineclube da Gardunha, as duas obras passam-se em Moçambique e têm em comum um “olhar sensível, atento e limpo”. Em «O Ouro e o Mundo» pode acompanhar-se “um jovem casal que anseia por uma vida melhor”. Já a curta «NYO VWETA NAFTA» vai ser uma surpresa para os participantes. Ico Costa e Luís Duzenta, assistente de realização, vão estar presentes na sessão.
Para finalizar o mês de abril, o Cineclube da Gardunha preparou, no dia 29 (terça-feira), a transmissão de «Mário», de Billy Woodberry. Esta obra é um documentário sobre Mário Pinto de Andrade, uma “figura política lendária de Angola e de todo o continente africano”. O realizador e José Carlos Venâncio (docente da UBI entre 1989 e 2021) vão promover uma conversa no final da transmissão.
Todas as sessões decorrem às 21:00 na Moagem, no Fundão.