Tribunal considera todos os elementos elegíveis e aprova “sem reservas” lista do PS à CMC

O Tribunal confirmou hoje a aprovação da lista do PS à Câmara Municipal da Covilhã “sem reservas”, avança a Comissão Política Concelhia do partido.

Em comunicado assinado por José Rosa, presidente da concelhia, o PS esclarece que a 22 de agosto, o Tribunal analisou e verificou todas as listas concorrentes e, nessa data, confirmou expressamente a “inexistência de qualquer irregularidade na lista do Partido Socialista à Câmara Municipal da Covilhã, que foi aceite sem reservas e validada em conformidade com a lei”.


Também dá conta que, “posteriormente, foi apresentada uma reclamação, extemporânea, que apontava duas supostas situações de inelegibilidade na lista do PS”.

Segundo a nota “o Tribunal voltou a analisar os factos, ponderou a argumentação apresentada e veio agora confirmar, de forma inequívoca, o que já havia declarado anteriormente: todos os candidatos que compõem a lista do Partido Socialista são elegíveis e a lista está em conformidade com os requisitos da lei eleitoral, pelo que foi dada ordem para a sua publicação”.

O PS Covilhã dá conta que este desfecho “corresponde ao que era esperado”, e “comprova a confiança” que sempre tive na “seriedade, transparência e legalidade” da candidatura”.

Conclui que o “foco, desde o primeiro momento, não esteve em expedientes administrativos ou em disputas jurídicas, mas sim no que verdadeiramente importa: estar junto das populações, ouvir os covilhanenses e apresentar propostas concretas que respondam aos problemas do concelho e projetem soluções para o seu futuro”.

O Partido Socialista reafirma que “é nas urnas que se decide o futuro da Covilhã. É no voto livre, consciente e democrático dos covilhanenses que reside a legitimidade para governar. Não em expedientes, mas na confiança popular”, frisa a nota.

Recordar que a reclamação a que se alude foi apresentada pelo PSD e apontava a possível irregularidade de Luís Marques integrar a lista, por ser coordenador Municipal da Proteção Civil, bem como de João Marques por ser presidente do Conselho de Administração da ADC.

O tribunal não analisou esta reclamação por ter sido entregue fora de prazo, mas pronunciou-se pela elegibilidade de todos os elementos, segundo relata a nota do PS.