O novo diretor regional do Centro do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), João Carlos Figueiredo, assegura que o Serviço de Emprego na Covilhã manterá todas as suas competências e valências.
O responsável falava aos jornalistas, à margem da assinatura do protocolo da Rede Violência Zero, ontem, na Covilhã.
Questionado sobre a apreensão manifestada relativamente ao futuro dos centros de emprego, no primeiro dia em que assumiu funções, o responsável afirmou que “não tem motivo de preocupação”.
“A reorganização do IEFP, que é um organismo que tem vasos capilares no território e que responde muito próximo das populações, tem o Serviço de Emprego da Covilhã que vai continuar a ter e vai ter exatamente as mesmas valências do ponto de vista de gestão”, garantiu.
Segundo João Carlos Figueiredo, a reorganização teve como objetivo ajustar a estrutura do IEFP às Comunidades Intermunicipais (CIM), promovendo uma atuação mais integrada. “Esta região vai trabalhar toda em bloco. Não é cada um por si, mas, obviamente, todos na mesma direção”, explicou.
O diretor regional assegurou ainda que não haverá perda de identidade nem de competências nos serviços da região. “Não se pretende aqui, nem aqui, nem em nenhuma das CIM que compõem a região da Delegação Centro do IEFP, a perda de qualquer identidade ou de qualquer competência. Antes, pelo contrário, nós queremos aumentar as respostas”, sublinhou.
João Carlos Figueiredo fez questão de marcar presença no território logo no primeiro dia de funções precisamente para transmitir essa mensagem de proximidade. “O IEFP está próximo e continuará próximo. Portanto, é uma não-questão”, afirmou.
O responsável reforçou que o serviço da Covilhã continuará a funcionar da mesma forma. “O IEFP, no caso da Covilhã, continuará exatamente a desempenhar as mesmas funções, exatamente com a mesma qualidade”, declarou, elogiando ainda o trabalho desenvolvido pelos técnicos da instituição.
Quanto à nova estrutura orgânica, explicou que “neste momento, a única pessoa que está nomeada é o delegado e o subdelegado”, acrescentando que os estatutos preveem outros cargos de direção e que será nesse processo que irá trabalhar durante a semana.
No final, voltou a deixar uma mensagem de confiança às populações: “Vamos ver, no final de todo o processo, que não há razões para preocupação”, disse.
Dirigindo-se diretamente às entidades empregadoras reforçou: “podem estar descansados. Completamente descansados. Se alguma coisa mudar é para melhor, não tenho a menor dúvida.”
A concluir, deixou uma palavra-chave para o futuro da reorganização: “Tranquilidade é a palavra de ordem.”
