O WOOL | Covilhã Arte Urbana entra na reta final da sua 13.ª edição, que assinala 15 anos de atividade, com destaque para a apresentação dos novos murais de arte urbana espalhados pela cidade e para a inauguração, esta quinta-feira, 18 de junho, às 17:30, da ação artística comunitária “A Nossa Casa”.
Os novos murais, que começam agora a ganhar forma definitiva, são assinados por Ben Johnston, Tellas, Projeto Ruído e Mariana, a miserável, juntando-se à obra criada em maio por Nasarimba. Estão também prestes a ser inauguradas as instalações artísticas de Addam Yekutieli e Octavi Serra.
Um dos momentos altos desta edição acontece já amanhã, com a inauguração de “A Nossa Casa”, uma intervenção artística comunitária que reúne mais de cinco mil quadrados de crochet e tricot produzidos ao longo de vários meses por mais de mil participantes, com idades entre os três e os 102 anos.
O projeto envolveu mais de uma centena de instituições de todo o país, entre lares, santas casas, academias sénior e centros de dia, contando com a colaboração da Farmácia Covilhã (Hólon).
Até sábado, o festival mantém uma programação diversificada que inclui concertos, debates, oficinas, visitas guiadas, uma corrida urbana e um almoço comunitário de celebração.
Na música, destaque para o espetáculo resultante da residência artística de Noiserv com o Conservatório de Música da Covilhã, marcado para sexta-feira, no Teatro Municipal da Covilhã, e para a reabertura da histórica Garagem de São João, no sábado, com concertos e sessões de DJ de entrada gratuita.
Entre as novidades desta edição está também a primeira Corrida WOOL, que alia a prática desportiva à descoberta dos murais espalhados pela cidade, culminando num almoço comunitário e na celebração dos 15 anos do festival.
