Margarida Campelo estreia-se em concerto na Covilhã, na terceira noite do Verão no Centro Histórico, no dia 21 de agosto, pelas 21:30, na Rua José Caetano Júnior (Poço Grande).
A noite conta também com a participação e apoio do Grupo Educação e Recreio Campos Melo, que celebra o 85.º aniversário.
O Verão no Centro Histórico, organizado pela Câmara Municipal da Covilhã e já na 9ª edição, continua a unir história, património e teatro ao melhor da nova música local e nacional.
Segundo nota enviada à RCC, “com esta iniciativa, o Município pretende dinamizar a zona histórica, dando a conhecer mais sobre a(s) história(s) das suas ruas e proporcionado a fruição de espetáculos musicais de qualidade. Após o sucesso das edições anteriores, com as visitas guiadas encenadas mais participadas do país e dando a conhecer à Covilhã o melhor da nova música nacional, o Verão no Centro Histórico tem como objetivo levar as pessoas para a rua, em grandes noites de cultura no coração da cidade.”
A cantora, compositora e multi-instrumentista, Margarida Campelo, tem vindo a consolidar um percurso sólido e coerente, onde a expressão pessoal e a originalidade assumem um papel central. A sua voz destaca-se hoje como a principal referência da neo-soul portuguesa.
A artista cruza sofisticação musical com o seu já característico universo lúdico e uma forte sensibilidade estética. Depois de ter lançado o single “Mexe-te Mais um Pouco”, Margarida Campelo começou em 2025 a revelar ao mundo a balada “Eu Sei Que o Amor”, tema que chegou à final do Festival da Canção. Em 2026 traz disco novo e já deu duas novas canções: “Musa d’Improviso” e “Um Só Final” são os temas que revelam diferentes facetas deste novo ciclo criativo, antecipando um conjunto de canções que exploram com subtileza a relação entre forma, emoção e narrativa numa estética que convoca referências da pop sofisticada dos anos 80.
Recorde-se que esta edição do Verão no Centro Histórico termina no Jardim Público, no dia 28 de agosto, às 21:30, com nova visita guiada encenada e concerto da covilhanense Filipa Bidarra.
