De Novo Covilhã avança com queixa no TC e IGF

O movimento “de Novo Covilhã” vai apresentar queixa no Tribunal de Contas (TC) e na Inspeção Geral das Finanças (IGF) contra a Câmara Municipal da Covilhã, uma situação que tem por base a contratação de funcionários, anuncia a coordenação daquele movimento independente em comunicado.

Segundo o documento, na última sexta-feira, Carlos Pinto, vereador daquele movimento, questionou o executivo sobre o “número de funcionários em janeiro 2014 e em setembro 2019 e a quanto montam os custos hoje e naquela data”. Uma questão que ficou sem resposta por parte de “uma câmara destrambelhada” lê-se no documento, “para esconder” o que considera um “regabofe financeiro”. Uma situação que será denunciada ao TC e Inspeção-geral de Finanças avança o Movimento.

No comunicado enviado às redações o Movimento de Novo Covilhã anuncia ainda que no período antes da ordem do dia, Carlos Pinto criticou as “ciclo faixas que estão a nascer na Covilhã” que não passam de “uma vulgar pintura em cima de asfalto”, frisa.

O programa de Mobilidade Urbana, a Feira de São Tiago, a venda de terrenos junto ao Data Center e a Barragem das Penhas da Saúde foram outros temas abordados pelo vereador na reunião e que, segundo o comunicado, não obtiveram resposta de Vítor Pereira.