UBI esclarece que alegado caso de violação não ocorreu nas residências universitárias

A Universidade da Beira Interior (UBI) esclareceu que o alegado crime de violação de uma jovem universitária de 22 anos, atualmente sob investigação da Polícia Judiciária, não ocorreu nas residências universitárias da instituição.

Em comunicado divulgado na sua página oficial a academia refere ter tomado conhecimento do caso através dos meios de comunicação social e, na sequência da informação divulgada, realizou averiguações internas para apurar eventuais ligações às infraestruturas universitárias.


“Face à informação veiculada, e após averiguação interna, a Universidade da Beira Interior esclarece que os factos reportados não aconteceram nas suas residências”, lê-se na nota oficial.

A UBI adianta ainda que está a acompanhar a situação e garante disponibilidade para prestar o apoio considerado necessário.

Recordar que a PJ da Guarda, deteve na terça-feira, na cidade da Covilhã, um estudante universitário de 23 anos, suspeito da prática do crime de violação sobre uma estudante universitária de 22 anos.

Segundo a PJ, a investigação teve início a 28 de março, após a alegada vítima ter apresentado queixa junto da Polícia de Segurança Pública (PSP) da Covilhã.

De acordo com as autoridades, o suspeito e a vítima conheciam-se do meio universitário. Os factos terão ocorrido após uma festa académica conhecida como “Festa das Tasquinhas”, realizada na Covilhã. A PJ indica que o jovem terá acompanhado a estudante até à residência universitária, alegadamente aproveitando-se da sua vulnerabilidade, e entrado no quarto, onde terá recorrido à força física para consumar a agressão sexual.

A UBI esclarece agora que não se trata de uma das suas residências.