A Covilhã recebe, a partir de hoje e até 21 de junho, a 13.ª edição do WOOL | Covilhã Arte Urbana, que assinala 15 anos de atividade daquele que é considerado o mais antigo festival de arte urbana em Portugal.
A edição de 2026 estrutura-se em vários eixos programáticos que cruzam diferentes linguagens artísticas e níveis de participação.
No núcleo central, dedicado à arte urbana, estão previstas quatro pinturas murais — uma de grande dimensão e três de média dimensão —, dez painéis de azulejo integrados no centro histórico e duas instalações artísticas, uma de grande escala e outra de média dimensão.
A música volta a marcar presença com concertos, residências artísticas e três mini-concertos junto a murais em execução, promovendo a ligação entre artistas e público. O festival integra ainda uma vertente de cinema, com destaque para estreias e exibições documentais, e um programa de pensamento, com conversas e ações de capacitação.
No campo das artes visuais, estão previstas cinco exposições — duas permanentes e três temporárias — que revisitam a história do festival, a identidade gráfica e o património local.
A edição de 2026 introduz também uma residência artística de literatura, acompanhando o festival ao longo dos seus dias, e mantém iniciativas participativas como visitas guiadas, ações educativas e momentos de convívio, almoços e outras novidades.
O envolvimento direto da comunidade ganha particular destaque com três ações artísticas participativas.
Entre elas está “A Nossa Casa”, já em curso há alguns meses, que desafia a população a contribuir para a criação de uma peça têxtil coletiva de grande dimensão.
Apesar de decorrer ao longo de 11 dias, o impacto do WOOL estende-se ao longo de todo o ano, através do roteiro de arte urbana da cidade, hoje uma das suas marcas identitárias.
Programa completo AQUI
