“Qualidade da Investigação” da UBI no topo do ranking nacional 2027 

A Universidade da Beira Interior (UBI) é a melhor instituição portuguesa no pilar “Qualidade da Investigação”, na edição de 2027 do ranking mundial de instituições de ensino superior da Times Higher Education, o World University Rankings. 

Em termos globais, a UBI mantém-se entre as 800 melhores do mundo, num ano em que foram avaliadas 2297 academias de 118 países/regiões, mais 106 face ao ano anterior. Considerando as 19 instituições portuguesas avaliadas, a UBI está na metade superior da tabela que classifica as universidades por patamares. 


O ranking é elaborado com base em cinco pilares: “Ensino”, “Ambiente de Investigação”, “Qualidade da Investigação”, “Indústria” e “Perspetiva Internacional”. Em “Qualidade da Investigação”, a UBI alcança um lugar de destaque, sendo a melhor portuguesa pelo segundo ano consecutivo. 

Trata-se do corolário de uma evolução constante na avaliação dos especialistas da THE: em 2024, era a terceira melhor instituição portuguesa neste pilar e, em 2025, subiu à segunda posição nacional, passando ao topo em 2026. 

A pontuação obtida neste parâmetro resulta da análise do papel da universidade na disseminação de novo conhecimento e de novas ideias, através da avaliação do impacto das citações de artigos científicos, da robustez, da excelência científica e da influência da investigação. 

No pilar “Ambiente de Investigação”, apesar de não se posicionar no topo da tabela nacional, a UBI regista melhorias na nota atribuída pelo THE há 10 anos consecutivos, desde a primeira vez que surgiu neste ranking, em 2017. Nos restantes pilares, registaram-se pequenas variações, que não puseram em causa a posição da UBI em termos mundiais. 

Recorde-se que o Times Higher Education World University Rankings é um relatório global de desempenho que avalia as instituições nas suas missões centrais. São usados 17 indicadores de desempenho calibrados para proporcionar comparações abrangentes e equilibradas, reconhecidas por estudantes, académicos, dirigentes universitários, indústria e governos.