CDS-PP no terreno confirma “abandono” deste território

O “trabalho de campo tem sido duro mas profícuo”, afirma a candidatura centrista no distrito. Em conferência de imprensa afirma que com o trabalho desenvolvido in loco conseguiram “constatar o que já tinha sido identificado pelo partido como sendo as principais necessidades de intervenção previstas no seu programa, mas sobretudo ter conhecimento, de facto, do real e efetivo abandono a que têm sido votados os nossos Territórios e Gentes, quer pelas instituições quer, sobretudo, pelos “pseudo” deputados que se fazem eleger neste circulo eleitoral, e que pura e simplesmente, ignoram as fabulosas pessoas que cá resilientemente vivem, e desdenham os magníficos locais e territórios que, a natureza e a história, nos permitem ter hoje o privilégio de usufruir”.

Para o CDS-PP “é necessário que se reconheça e declare o estado de emergência territorial e demográfico deste interior e se implementem as medidas excecionais previstas no programa do CDS-PP para o interior, a nível fiscal, social e, sobretudo, económico e de emprego”.

De entre as “medidas extraordinárias” destaque para a “criação de uma “zona económica especial” a negociar com Bruxelas para as empresas que estejam e se estabeleçam no interior”; que os “custos de todos os transportes sejam deduzidos em sede de IRS; e a “dedução total dos lucros que sejam reinvestidos no Interior por empresas instaladas no Interior e aqui criam postos de trabalho”.

Na agricultura propõe “uma execução integral dos programas comunitários, com apoio eficaz na apresentação de projetos e sobretudo com resposta e pagamento atempados”.