BEYRA reforça programação com música de câmara, formação e estreia mundial

O BEYRA Laboratório Artístico apresenta, entre outubro e dezembro, uma nova temporada de programação dedicada à música de câmara, à formação e à criação de oportunidades para jovens intérpretes na Beira Interior.

Sob o mote “Aqui à BEYRA”, o ciclo arranca a 1 de outubro, no Casino Fundanense, com o Cecilia Quartet, que atua também a 3 de outubro, no Museu dos Lanifícios, na Covilhã.


Em novembro, seguem-se o recital de Ana González, oboé, e António Figueiredo, piano, a 6 e 7 de novembro, no Fundão e na Covilhã, e os concertos do KODU Percussion Group, a 20 e 21 de novembro.

A programação de dezembro inclui a BEYRA — Peter Rundel’s International Conducting Masterclass, entre 5 e 15 de dezembro, na Covilhã. A formação é dirigida a estudantes e maestros profissionais e decorre durante a residência do Ensemble Orquestral da Beira Interior, sob orientação do maestro Peter Rundel.

A temporada encerra com “Ecos de Futuro”, a 12 de dezembro, na Igreja Matriz do Fundão, e a 13, no Teatro Municipal da Covilhã. O programa reúne o Ensemble Orquestral da Beira Interior, dirigido por Peter Rundel, com João Barradas, no acordeão, e Filipe Quaresma, no violoncelo.

Em destaque está a estreia mundial de uma nova peça de Vasco Mendonça, encomendada pelo BEYRA Laboratório Artístico.

O Ensemble Orquestral da Beira Interior é constituído por 18 músicos, entre os 18 e os 27 anos, selecionados através de audições bienais. A programação pretende reforçar a formação e experiência profissional de jovens intérpretes e aproximar a música erudita de diferentes públicos da Beira Interior.